Resultados de busca
260 resultados encontrados com uma busca vazia
- O #tbt hoje é em forma de crônica, sobre as memórias da Festa do Amparo | Memorial Amparo
< VOLTAR O #tbt hoje é em forma de crônica, sobre as memórias da Festa do Amparo Autoria: Adriano Pereira, 2022 O #tbt hoje é em forma de crônica, sobre as memórias da Festa do Amparo Dia 08 todo valenciano é acordado mais cedo! A alvorada anuncia a festa que está se iniciando com a tradicional missa das 7, dedicada às operárias que cedo acorriam à Igreja, de pés descalços... Resignado, cruzei a cidade a fim de tomar a condução que me levaria ao trabalho em outra cidade, pois o feriado é apenas local, apesar de Valença ser considerada a capital do Baixo Sul e o padre anunciar Nossa Senhora do Amparo como “rainha de Valença, padroeira do Baixo Sul”. Com a matéria física e corpórea em outras terras, mas “cabeça e coração”, onde escorrem pensamentos e sentimentos, cujos poetas conhecem bem, voltados para o Amparo, o dia seguiu. Louvei a tecnologia que nos permite hoje, mesmo de longe, acompanhar, em tempo real, eventos distantes e acompanhei, como pude, as missas pelo youtube. Pela tarde, frustrei-me, pois, diferente dos últimos anos, não houve transmissão da procissão, nem pelo youtube, nem facebook. Uma pena, que sugiro ser reparada ano que vem, a fim de que quem estiver de longe, possa acompanhar o belo espetáculo. Ansioso sintonizei na Rádio Clube, lembrando-me dos anos que, rádio na mão, ou pelo celular, quando não ouvíamos pelos alto-falantes colocados pelos moradores no entorno do trajeto, padre Edegard Silva Junior , do alto do Amparo, narrando: daqui de cima, vemos a procissão cruzando a ponte, em direção à rua da Taboca... Infelizmente , esse ano também não houve a transmissão vi rádio. Resignei-me, novamente, contentando-me em ver ao menos a procissão chegar ao Amparo. Porém, como canta o responso de Santo Antônio, “se milagres desejais...” Talvez, pelo número de devotos, após esses 2 anos de pandemia, a procissão atrasou e para minha surpresa, encontrei-a cruzando a ponte! Acompanhei bom trecho, encontrando com amigos de longas caminhadas como @cardimjoselito @portojeova padre @reismarcoss05 ... Ao fim, com @gugui_martinez @gab.frederico e Anderson Guimarães, descemos recordando e recuperando com alegria o tempo da infância onde brincava-se no parque, comia-se maça do amor e descia-se pela ladeira da Companhia Valença Industrial, passando pelos camelôs... Anexos
- Lavagem do Amparo no Revezamento da Tocha Olímpica em Valença/BA, Olimpíadas Rio 2016 | Memorial Amparo
< Voltar Lavagem do Amparo no Revezamento da Tocha Olímpica em Valença/BA, Olimpíadas Rio 2016 Suporte: Documentos digitais - Ano 2016
- Outdoors publicitário da Festa de Nossa Senhora do Amparo 2019 | Memorial Amparo
< VOLTAR Outdoors publicitário da Festa de Nossa Senhora do Amparo 2019 Fotografados Anexos
- Baixo Sul da Bahia : território, educação e identidades | Memorial Amparo
< VOLTAR Baixo Sul da Bahia : território, educação e identidades Nelma Barbosa, Scyla Pimenta (orgs.) 2021/Digital ACESSE A OBRA ABAIXO Baixo Sul da Bahia território, educação e identidades .pdf Fazer download de PDF • 8.23MB
- Homenagem da Câmara de Vereadores de Valença a Nossa Senhora do Amparo, Festa de 2010. | Memorial Amparo
Homenagem da Câmara de Vereadores de Valença a Nossa Senhora do Amparo, Festa de 2010. Em 2010, a Câmara de Vereadores de Valença abriu suas portas e janelas para uma homenagem à sua padroeira, Nossa Senhora do Amparo. A cerimônia contou com a presença de alguns vereadores e marcou um momento de fé e devoção. Ao passar em frente ao imponente Paço da Câmara, que tem mais de 200 anos de história, a imagem da padroeira foi reverenciada com uma emocionante execução da canção "Ave Maria", cantada ao vivo por um soprano do Coral da Basílica do Senhor do Bonfim, de Salvador/BA.
- Disciplina e organiza os festejos em louvor a Nossa Senhora do Amparo – 2014, e dá outras providências. | Memorial Amparo
< VOLTAR Disciplina e organiza os festejos em louvor a Nossa Senhora do Amparo – 2014, e dá outras providências. Valença, BA, Brasil Instituição Prefeitura Municipal de Valença (BA) Arquivo PORTARIA Nº 130/2014 Descrição PORTARIA Nº 130/2014 PORTARIA Nº 130-2014 .pdf Fazer download de PDF • 75KB
- Visita da imagem original de Nossa Senhora do Amparo à Festa de São Pedro, Bairro do Tento, Valença-BA, 2012 | Memorial Amparo
Visita da imagem original de Nossa Senhora do Amparo à Festa de São Pedro, Bairro do Tento, Valença-BA, 2012 Fotos: Memorial Amparo / EmValença.com
- Disciplina e organiza os festejos em louvor a Nossa Senhora do Amparo – 2018, e dá outras providências. | Memorial Amparo
< VOLTAR Disciplina e organiza os festejos em louvor a Nossa Senhora do Amparo – 2018, e dá outras providências. Valença, BA, Brasil Instituição Prefeitura Municipal de Valença (BA) Arquivo PORTARIA Nº 073/2018 Descrição PORTARIA Nº 073/2018 PORTARIA Nº 073-2018. .pdf Fazer download de PDF • 51KB
- 2ª edição da Charanga Staccato no Bloco Amigos do Bob – Lavagem do Amparo 2023, Valença-BA | Memorial Amparo
2ª edição da Charanga Staccato no Bloco Amigos do Bob – Lavagem do Amparo 2023, Valença-BA CRÉDITOS FOTOGRÁFICOS: PAULO VITOR LUZ / BANDA STACCATO
- Valença para dia 8 para celebrar sua padroeira! | Memorial Amparo
< VOLTAR Valença para dia 8 para celebrar sua padroeira! Autoria: Adriano Pereira, 2023 Valença para dia 8 para celebrar sua padroeira! E quem é valenciana ou valenciano de coração, mesmo estando longe, volta seus pensamentos pra cidade! Mesmo para os não católicos, é impossível não reconhecer uma tradição tão antiga que continua movimentando e envolvendo toda a cidade! A começar pela localização “na igreja destacada, qual farol à beira mar”, como é cantado no hino... A festa que inicia-se sempre no último domingo de Outubro, com a tradicional lavagem, quando o “cortejo branco” liderado pelas baianas, mestres de capoeira e seguidores sobe a colina, segue por nove noites num crescente movimento... No dia 8, nas primeiras horas, fogos pipocam em toda a cidade, anunciando a alvorada... Às 7 horas, uma procissão espontânea, em sua grande maioria de branco, com pés descalços, sobe a colina para a tradicional missa dos trabalhadores... Reza a tradição que anteriormente a missa era dedicada, principalmente às operárias e operários da CVI, que também tinham uma novena, no dia 5, quando subiam em procissão, com a imagem que saia da sede da fábrica... Às 10h, a missa solene, onde participava a “elite da cidade”... Às 15h, o cortejo sai da Igreja do Alto do Amparo, descendo pela ladeira da CVI, onde é recepcionada pelos trabalhadores no portão da fábrica... segue pela antiga ponte de madeira, passando pela praça do planalto em direção à Vila Operária, onde é recepcionada calorosamente na Praça Getúlio Vargas e pelas ruas estreitas da vila onde senhoras esperam emocionadas nas portas enfeitadas, saudando a procissão com chuvas de confetes... chega ao largo da quadra da Vila, enfeitada com bandeirolas e balões até cruzar as quatro esquinas e dobrar na avenida principal onde, do alto, estendem-se as toalhas rendadas do terreiro Ilê Axé Ori Torokê, zelado pela Mãe Celidalva de Oyá, entre outras casas... a procissão vai alargando-se e cruza a ponte e segue margeando o rio até dobrar no casarão de “Tia Roxinha” e subir pela contra-mão a “rua das caladas”... chega à rua das tabocas, onde passa pelos tapetes artesanais feitos pelos moradores e volta pela “rua da lama” até a praça da República... Neste momento já são milhares de pessoas e o cortejo segue até o Amparo. FONTE: https://www.facebook.com/share/p/1BGC5ht5nu/ Acesso em 03 de jan. de 2025, às 17h Anexos
- A COMPANHIA VALENÇA INDUSTRAL (E) NOSSA SENHORA DO AMPARO | Memorial Amparo
< VOLTAR A COMPANHIA VALENÇA INDUSTRAL (E) NOSSA SENHORA DO AMPARO Prof. Me. Paulo Vitor Souza da Luz A história da CVI e a devoção a Nossa Senhora do Amparo são indissociáveis. Juntas, elas constituem aspectos fundamentais para uma compreensão mais profunda da história do povo valenciano. Na década de 1840, ocorreu, conforme o pesquisador Waldir Freitas Oliveira, um “surto de industrialização” na Vila de Nova Valença do Santíssimo Coração de Jesus, conferindo-lhe notoriedade na Província e no Império. Esse processo foi impulsionado por um contexto sociopolítico favorável ao desenvolvimento de determinadas indústrias, influenciado pela Revolução Industrial na Inglaterra. Em 1844, iniciou-se a construção da fábrica que veio a ser denominada Todos os Santos, entrando em funcionamento em 1º de novembro de 1847. As atividades econômicas resultantes da recém-instalada indústria têxtil na Vila de Valença do Santíssimo Coração de Jesus foi um dos fatores decisivos para sua elevação à categoria de cidade. Dessa forma, em 10 de novembro de 1849, ocorreu a emancipação política de Valença. Por volta de 1960, foi fundada na cidade uma segunda fábrica têxtil, a Nossa Senhora do Amparo, localizada abaixo do outeiro da igreja que lhe deu nome. Posteriormente, essa unidade passou a integrar a Companhia Valença Industrial (CVI), resultante da fusão entre a fábrica Nossa Senhora do Amparo e a Todos os Santos. Com a constituição de uma sociedade anônima, as atividades da fábrica Todos os Santos foram encerradas, e seus equipamentos foram transferidos para as instalações da Nossa Senhora do Amparo. A CVI, atualmente rebatizada como Valença Têxtil, sempre manteve uma estreita relação com a devoção a Nossa Senhora do Amparo. Evidências indicam que a família do Comendador Bernardino de Sena Madureira, um dos primeiros proprietários das instalações da CVI, era devota da santa, o que sugere que a escolha do nome original da fábrica não se deveu apenas à proximidade com a Igreja do Amparo. Segundo o memorialista Carlos Henrique Ferreira dos Passos, por volta de 1960, durante a inauguração da fábrica Nossa Senhora do Amparo, o Comendador Bernardino de Sena Madureira coroou a imagem da santa com uma coroa de seis hastes, encimada por uma pomba, a qual ainda hoje é utilizada durante o período festivo. Além disso, no portão principal da fábrica, foi construído um pequeno oratório contendo uma imagem de Nossa Senhora do Amparo, posicionada acima do letreiro com os dizeres “Companhia Valença Industrial Nossa Senhora do Amparo”, que permanece visível nas atuais instalações da Valença Têxtil. Na segunda metade do século XIX, o Comendador Bernardino de Sena Madureira reformou a igrejinha de Nossa Senhora do Amparo, modificações estas, conforme a tradição oral da cidade, inspiradas na Igreja de Nosso Senhor do Bonfim, em Salvador. Após a reforma, além da nave e da capela-mor, que foram preservadas da estrutura original da capela, foram acrescentadas duas torres, duas sacristias e corredores laterais, sem a sobreposição de galerias de tribunas. Na Igreja de Nossa Senhora do Amparo, foi colocada uma lápide e urna funerária em homenagem ao pai do Comendador Bernardino de Sena Madureira, o Capitão-Mor Bernardino de Sena Madureira, falecido em 1852, as quais permanecem no local até os dias atuais. Já o Comendador Bernardino de Sena Madureira, falecido em 1887, teve sua lápide funerária colocada no altar-mor da mesma igreja. Com o passar dos anos, a relação entre os operários da CVI e Nossa Senhora do Amparo perdurou, uma vez que a santa, patrona da classe operária, se configurava como um "amparo" nas adversidades do trabalho fabril ao longo de diferentes épocas. O cetro, símbolo de realeza presente na iconografia de Nossa Senhora do Amparo, em sua mão direita, foi apropriado pelos operários, sendo reinterpretado como um fuso – um utensílio cilíndrico de madeira, utilizado no tear para fiação e torção de fibras. Além disso, os operários passaram a organizar os festejos em honra a Nossa Senhora do Amparo, financiando a festa por meio de descontos em seus próprios salários, prática que perdurou até a década de 1980. Os operários também realizavam uma procissão, levando a imagem de Nossa Senhora do Amparo do oratório no portão da fábrica até a colina em uma das noites das novenas. A missa das 7 horas no dia de Nossa Senhora do Amparo, 8 de novembro, ficou conhecida como a "missa dos operários" e é celebrada até os dias atuais, mantendo a tradição de ser acompanhada pela prática de ir descalço, costume iniciado pelos próprios operários, conforme a tradição oral da cidade. A história da CVI e a devoção a Nossa Senhora do Amparo são indissociáveis. Juntas, elas constituem aspectos fundamentais para uma compreensão mais profunda da história do povo valenciano.
- Moção de congratulações em homenagem aos festejos em louvor a Nossa Senhora do Amparo, padroeira do município de Valença. | Memorial Amparo
< VOLTAR Moção de congratulações em homenagem aos festejos em louvor a Nossa Senhora do Amparo, padroeira do município de Valença. Salvador, BA, Brasil Instituição Assembleia Legislativa da Bahia Arquivo MOÇÃO Nº 16325/2013 Descrição MOÇÃO Nº 16325/2013 MOC_16_325_2013_1 .pdf Fazer download de PDF • 50KB
- Jornal Valença Agora Ano XX Número 863 | Memorial Amparo
< VOLTAR Jornal Valença Agora Ano XX Número 863 Valença, BA, Brasil Nome Valença Agora Data de publicação Quinta-feira, de 11 a 17 de novembro de 2021 Sobre o Acesso e Uso de Jornais e Periódicos O Memorial Amparo disponibiliza nesta seção edições específicas de jornais e periódicos com o objetivo exclusivo de facilitar o acesso para fins de pesquisa e preservação da memória, sem qualquer finalidade comercial. Os direitos autorais desses materiais pertencem a seus respectivos titulares. O Memorial atua apenas como mediador do acesso, respeitando os princípios do uso institucional e acadêmico. Consulta ao Documento em PDF Jornal Valença Agora Ano XX Número 863 .pdf Fazer download de PDF • 5.59MB Sobre O Jornal Valença Agora é um veículo de comunicação fundado em 4 de maio de 2001, com sede em Valença, no estado da Bahia. Com edições impressas e presença digital, o jornal cobre temas diversos como política, cultura, saúde, esporte e cotidiano, com foco especial na região do Baixo Sul baiano.
- Monitor Campista Ano 176 Número 55 | Memorial Amparo
< VOLTAR Monitor Campista Ano 176 Número 55 Campos dos Goytacazes, RJ, Brasil Nome Monitor Campista Data de publicação Campos dos Goytacazes (RJ), segunda-feira, 02 de março de 2009 Sobre o Acesso e Uso de Jornais e Periódicos O Memorial Amparo disponibiliza nesta seção edições específicas de jornais e periódicos com o objetivo exclusivo de facilitar o acesso para fins de pesquisa e preservação da memória, sem qualquer finalidade comercial. Os direitos autorais desses materiais pertencem a seus respectivos titulares. O Memorial atua apenas como mediador do acesso, respeitando os princípios do uso institucional e acadêmico. Consulta ao Documento em PDF Monitor Campista Ano 176 Número 55 .pdf Fazer download de PDF • 1.56MB Sobre O Monitor Campista foi um jornal brasileiro publicado em Campos dos Goytacazes, no estado do Rio de Janeiro, com circulação registrada entre os anos de 1834 e 2009. Inicialmente fundado como O Campista em 4 de janeiro de 1834, o periódico passou por diversas fusões e mudanças de nome até adotar o título definitivo de Monitor Campista em 1846.



