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  • Pintura da Igreja de Nossa Senhora do Amparo - parede da Casa de Show Labirinto - Valença-BA | Memorial Amparo

    < VOLTAR Pintura da Igreja de Nossa Senhora do Amparo - parede da Casa de Show Labirinto - Valença-BA FOTO: Ricardo Lemos, 2012 Autoria: Artista Desconhecido Anexos

  • Revezamento da Tocha Olímpica em Valença/BA, Olimpíadas Rio 2016 - Igreja de Nossa Senhora do Amparo (22/05/2016) | Memorial Amparo

    < VOLTAR Revezamento da Tocha Olímpica em Valença/BA, Olimpíadas Rio 2016 - Igreja de Nossa Senhora do Amparo (22/05/2016)

  • Andor da peregrinação de Nossa Senhora do Amparo pelas ilhas e distritos de Valença-BA, 2007 – 250 anos da devoção | Memorial Amparo

    Andor da peregrinação de Nossa Senhora do Amparo pelas ilhas e distritos de Valença-BA, 2007 – 250 anos da devoção Créditos Fotográficos: Autoria não Identificada - Acervo Memorial Amparo

  • Escultor esculpe uma imagem de Nossa Senhora do Amparo, baseada na iconografia da Padroeira de Valença-BA | Memorial Amparo

    < VOLTAR Escultor esculpe uma imagem de Nossa Senhora do Amparo, baseada na iconografia da Padroeira de Valença-BA

  • AO SOAR DO APITO DA FÁBRICA: IDAS E VINDAS DE OPERÁRIAS(OS) TÊXTEIS EM VALENÇA-BAHIA (1950-1980) | Memorial Amparo

    < VOLTAR AO SOAR DO APITO DA FÁBRICA: IDAS E VINDAS DE OPERÁRIAS(OS) TÊXTEIS EM VALENÇA-BAHIA (1950-1980) Neli Ramos Paixão 2006/Digital ACESSE A OBRA ABAIXO AO SOAR DO APITO DA FÁBRICA IDAS E VINDAS DE OPERÁRIAS(OS) .pdf Fazer download de PDF • 1.85MB

  • E o teu povo te encerra no altar! | Memorial Amparo

    < VOLTAR E o teu povo te encerra no altar! Autoria: Joselito Santos Cardim, 2016 “Deus te salve Imaculada, soberana do Brasil, seja a terra abençoada onde impera o teu perfil.” Foi o próprio Divino Pai Eterno, no episódio da anunciação o primeiro a rezar por meio do anjo Gabriel a saudação angélica da Ave Maria! (cf. Lc 1,28) Deus te salve, concebida sem pecado original, de grande importância para os cristãos, assim é a Virgem Maria! Realmente Valença é uma terra abençoada, pois em vossas mãos benditas de co-padroeira nos oferece representado em forma de uma criança, o nosso salvador, rei dos reis, Nosso Senhor Jesus Cristo! É terra abençoada com muitos templos. É terra abençoada pelas grandiosas zonas rurais. É terra abençoada na bela praia de Guaibim. É terra abençoada na alegria dos grupos culturais e folclóricos. É terra abençoada na pesca, no dendê e no camarão. É terra abençoada em suas escolas, faculdades e universidades. É terra abençoada porque é Valença do Sagrado Coração de Jesus. “Saudamos a presença, da Rainha Mãe de Deus, do seu trono de Valença, ela atrai os filhos seus.” Nas sagradas escrituras encontramos que os pastores e reis do Oriente vieram para adorar o Menino Jesus nos braços ou no colo da Virgem Maria (cf. Mt 2,2). Certo dia, já adulto passando por um determinado lugar, Jesus escutou uma voz da multidão que dizia: “bendito o ventre que te gerou e os seios que te amamentaram”(cf. Lc 11,27-28). De longe e de perto, Nossa Senhora do Amparo atrai multidões que acorrem a sua sagrada colina para louvar, agradecer, bendizer e adorar ao Altíssimo por fazer maravilhas na vida de seu povo. “Na igreja destacada, qual farol a beira mar, oh Senhora do Amparo, vem teu povo abençoar.” Verdadeiramente nossa vida é uma peregrinação, uma travessia. O ponto de referência para os navegadores que adentram as águas do Rio Una é o templo mais que bisecular da Rainha de Valença. Quando passamos pelas pontes que cruzam este rio e o nosso olhar se volta para a colina, não há valenciano até mesmo o mais incrédulo que não receba as bênçãos da Mãe de Jesus. No adro da igreja, se descortina a diversidade de paisagens e cenários que tem a imensidão do céu como testemunha. O melhor mirante da cidade é de onde como uma constante guardiã, assim como protegeu e cuidou do filho de Deus em seu ventre e em sua vida terrena até a cruz, olha com o teu amparo de mãe, todos os pecadores. Em sua casa, muitos estudantes colaram grau em magistério e contabilidade. Em sua casa diáconos se transformaram em sacerdotes. Em sua casa brilha em cada lâmpada a nossa certeza de que seu Divino Filho é a luz do mundo e quem o segue não anda nas trevas. “Oh Rainha de Valença, guarda o trono e o altar, guarda pura a nossa crença que só pode nos salvar.” Um pedido de filho, uma mãe jamais recusa. A jaculatória popular assim reza: tudo por Jesus, nada sem Maria. O trono que a Virgem Maria guarda não é somente o Trono Português que se refere a canção que se tornou com veemência a oração dos valencianos. Mas é o trono do coração. Nossos corações estão em Deus se estamos em comunhão com os irmãos. Se estamos dobrando o seu Divino Coração com a caridade sincera, defendendo a vida, preservando e conservando nossas riquezas naturais, sociais, humanas, sobretudo a nossa fé. Fé esta proclamada e testemunhada pelo saudoso Pe. Abel Gemelli que resgatou o hino. Fé vivenciada por Dona Maria dos Anjos Ramos (Moçazinha) que mais de 30 anos com dedicação e amor zelou da Igreja de Nossa Senhora do Amparo. Fé visível nos passos constantes e atuais lentos de Sr. Adilson Fonseca (Artista e restaurador) e de Sr. Valdivino (Sr. Vivi que era um grande operário zelador). Fé na transparência econômica e arte poética do saudoso Sr. Ivan Batista. Fé nos acordes musicais do órgão litúrgico tocado pela Profª Emília Fonseca. Fé na incansável doação de sua vida de Sr. Luís Cavalcante. Fé nos grupos de jovens e crianças que a cada domingo 16h se reuniam para permanentemente o ano inteiro, sendo pedras vivas no templo, expressarem seu modo de ser igreja orante e realizadora fazendo gestos concretos. “Oh Senhora do Amparo tua festa é emoção, protegei os operários, dando a fé de bons cristãos.” O baiano sabe fazer e muito bem uma festa, com flores e fogos de artifício, com bandeirolas e repique de sinos, com terços e ofícios, com bebidas e guloseimas, com a interação do sagrado com o profano. É muita emoção! São muitas boas lembranças de uma ladeira tomada visivelmente no sobe e desce de pessoas, de encontros de amigos nas tradicionais barracas da ladeira que silenciavam com muito respeito para a grande procissão passar, de gritos de felicidade e alegria das crianças do parque de diversões, de bolas gigantes e coloridas que eram vendidas, de numerosos camelôs que tomavam as ruas da cidade, enfim do ornamentado andor que era disputado para ser carregado pelos fiéis. Aos operários de ontem e de hoje da antiga CVI Companhia Valença Industrial nossa gratidão, pois foram eles/elas responsáveis pela devoção passada de geração em geração para que A Virgem do Amparo fosse mais amada, invocada e vosso santíssimo nome, bem como de Jesus, fossem propagados e exultados nesta terra hospitaleira. “Oh Senhora do Amparo nos conduz ao sumo bem, tua prece é a escada que nos leva ao céu, amém.” No forro da nave central da igreja da colina, encontramos esta frase – “Rainha dos Anjos, amparo dos pecadores” e por detrás a grande pintura da Santíssima Virgem. Como cristãos, nossa meta é o céu! Os coros dos anjos no paraíso e os homens na terra, unidos à igreja aclamam que Vós sois a Porta do Céu, pois não há melhor caminho de chegarmos a Nosso Senhor Jesus Cristo, do que aproximando-nos de sua mãe celeste e misericordiosa. Felizes os puros de coração, porque verão a Deus (cf Mt 5,8) Valença então apesar de toda violência, desigualdade social, desemprego, destruição de sua história, poluição da natureza, … Valença é terra de gente feliz, pois é confiada ao Coração de Jesus pela devoção a Virgem Maria! Tua prece é a escada de melhor serviços de saúde, educação, esporte, lazer, turismo, bem estar social,… Tua prece é que voltemos a ser a Valença – A Decidida, a Terra de Paz. Anexos

  • Festa do Amparo: Patrimônio Vivo de Fé, Devoção Popular e Cultura Identitária do Povo de Valença-BA | Memorial Amparo

    < VOLTAR Festa do Amparo: Patrimônio Vivo de Fé, Devoção Popular e Cultura Identitária do Povo de Valença-BA Prof. Me. Paulo Vitor Souza da Luz A salvaguarda da Festa de Nossa Senhora do Amparo apenas reafirma o que os valencianos já reconhecem há muito tempo: trata-se de um Patrimônio Vivo, que integra fé, devoção popular e cultura identitária em Valença. Desde 2018, quando a Festa de Nossa Senhora do Amparo foi oficialmente reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do município de Valença, por meio da Lei Municipal Nº 2.524 de 09 de abril de 2018, o termo "patrimônio" ganhou maior visibilidade na cidade. Esse reconhecimento abrange manifestações como a lavagem, as novenas, a missa dos operários e a procissão, consolidando a festa como o primeiro bem cultural imaterial tombado no município. Mas, afinal, o que significa ser patrimônio? Essa designação não se limita apenas ao reconhecimento de bens históricos; envolve a valorização de práticas culturais que representam a identidade coletiva de uma comunidade. O tombamento de um patrimônio imaterial, como no caso da Festa do Amparo, preserva a memória viva de tradições que moldam o pertencimento e a continuidade histórica de Valença. A salvaguarda da Festa de Nossa Senhora do Amparo apenas reafirma o que os valencianos já reconhecem há muito tempo: trata-se de um Patrimônio Vivo, que integra fé, devoção popular e cultura identitária em Valença. À medida que o mês de outubro se aproxima, torna-se comum entre os moradores discutir os preparativos e expectativas em torno da festa. Há até quem fale de um "clima da Festa do Amparo", algo único e perceptível apenas por quem vive em Valença. O hino da padroeira expressa em uma de suas estrofes que a festa é uma "emoção", e ao revisitar as memórias dos valencianos, é possível identificar as raízes dessa forte conexão emocional. É indiscutível que a Festa do Amparo se configura como uma festa popular, apesar de alguns tentarem negar ou minimizar essa dimensão por razões ainda pouco compreendidas. A Festa do Amparo integra um calendário de grandes celebrações populares religiosas na Bahia, ao lado da Lavagem do Bonfim, da Festa de Santa Bárbara em Salvador, da Festa da Purificação de Santo Amaro e da Festa de São Bartolomeu em Maragogipe, entre outras. Mas, por que a Festa do Amparo conquistou essa identidade popular? Desde 2023, quando ingressei no Mestrado em História pelo Programa de Pós-Graduação em História do Atlântico e da Diáspora Africana da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), em Ilhéus-BA, dedico-me à pesquisa da história da Festa de Nossa Senhora do Amparo de Valença. Minha dissertação, prevista para conclusão em 2025, visa preencher uma lacuna significativa na historiografia sobre essa festividade, que até o momento conta apenas com um artigo científico da historiadora Cristijose Araújo, publicado em 1999. Sendo um trabalho de pesquisa em andamento, compartilho neste texto algumas reflexões preliminares sobre a festa. A Festa do Amparo é considerada popular porque Nossa Senhora do Amparo foi adotada pelas classes populares da região como uma santa poderosa, em razão dos milagres atribuídos a ela. Diferentemente do que indicam algumas pesquisas sobre o tema, documentos históricos revelam que a devoção a Nossa Senhora do Amparo em Valença foi estabelecida no século XVII, totalizando, assim, cerca de 350 anos de prática na região. Essa informação contrasta com a ideia disseminada de que a devoção teria se iniciado em 1757, juntamente com a construção da igreja, conforme sugerido por algumas obras bibliográficas sobre a História de Valença. Como era comum na época, a devoção a Nossa Senhora do Amparo foi estabelecida na região atualmente conhecida como Valença, no contexto da colonização dessas terras. Assim, o povoamento em torno da igreja, próximo ao Rio Una, adotou a santa como padroeira local. Tratando-se de uma devoção de origem europeia, a população, composta por indígenas, negros e descendentes de portugueses, passou a atribuir significados à presença de Nossa Senhora do Amparo em sua comunidade. Entre as narrativas que permeiam a memória coletiva dos valencianos, destaca-se a história de que a santa teria aparecido no local onde hoje se ergue a igreja, após um homem montado a cavalo, prestes a cair em uma ribanceira, clamar por sua proteção. Atualmente, alguns habitantes de Valença ainda consideram o Sagrado Coração de Jesus como o padroeiro da cidade. Essa percepção remonta a 1801, quando foi construída a Igreja Matriz dedicada a esse santo, com a intenção de que ele assumisse o título de padroeiro da Vila de Nova Valença, que havia sido estabelecida em 1799. No entanto, surge a questão: por que instituir um novo padroeiro em uma localidade que já cultuava Nossa Senhora do Amparo há mais de um século? Uma possível explicação está relacionada a um projeto de reforma que a Igreja Católica implementou no século XIX, visando combater as práticas de devoção popular e promover uma espiritualidade mais centrada nos sacramentos. É interessante notar que o conceito de padroeiro, ou "arago", tradicionalmente está vinculado a um santo ou a algum título da Virgem Maria, que exerce a função de intercessora junto a Deus. Portanto, a designação do Sagrado Coração de Jesus como padroeiro parece incoerente, uma vez que, de acordo com a doutrina da Santíssima Trindade, Cristo é reconhecido como Deus em si mesmo. Ao longo dos anos, enquanto a Festa do Sagrado Coração de Jesus era celebrada de acordo com a liturgia e atraía as elites da cidade—refletindo a localização da Igreja Matriz no centro do poder econômico de Valença—, a Festa de Nossa Senhora do Amparo continuou a ser uma manifestação de fé entre as classes subalternas da localidade. Essa devoção popular foi fortemente influenciada pelos modos de festejar das culturas indígenas e afro-brasileiras. Com o surto de industrialização em Valença, iniciado em 1840 com a instalação de duas fábricas têxteis, uma delas nomeada Nossa Senhora do Amparo — atualmente conhecida como Companhia Valença Industrial (CVI) — a proclamação de Nossa Senhora do Amparo como padroeira dos operários contribuiu significativamente para a popularidade da santa na cidade. Em meio às precárias condições de trabalho da época, Nossa Senhora do Amparo tornou-se um verdadeiro refúgio para os trabalhadores, aumentando a quantidade de milagres atribuídos a ela ao longo dos anos. Provavelmente, esse contexto foi crucial para o crescimento da Festa do Amparo, que se tornou a maior festividade da cidade, refletindo a popularidade da santa. A força das práticas das classes populares restabeleceu a Nossa Senhora do Amparo como Padroeira de Valença — um título que, de fato, nunca deixou de pertencer a ela. A confirmação da importância de Nossa Senhora do Amparo para a cidade se evidencia no fato de que o dia 8 de novembro, dedicado a ela, é feriado municipal. Em contraste, o Sagrado Coração de Jesus não possui mais um feriado próprio, e sua festividade foi transferida ao longo dos anos do mês de junho para o terceiro domingo de julho. É possível afirmar que, desde a segunda metade do século XX, a Festa do Amparo é uma manifestação de emoção. Essa emoção já atraiu, e ainda atrai, embora em números menores em comparação àquela época, centenas de turistas para a festividade. Desde a década de 1970, a Festa do Amparo possui o formato que conhecemos atualmente: a Lavagem da Igreja, realizada pelos adeptos das religiões de matrizes africanas no último domingo de outubro, as novenas entre os dias 30 de outubro e 7 de novembro, e as celebrações do grande dia, 8 de novembro. Este dia é marcado pela alvorada festiva ao amanhecer, o ofício de Nossa Senhora às 6 horas, a tradicional Missa dos Operários às 7 horas, a Missa Solene às 10 horas e, por fim, a tão aguardada procissão às 15 horas. Considero este momento o mais belo da festa, ousando chamá-lo de “Círio do Baixo Sul da Bahia”. Ao longo dos anos, a colina sagrada, mais querida pelos valencianos, tornou-se um espaço de memória representado pela Festa do Amparo, consolidando-se como o maior núcleo identitário da cidade. Nela se entrelaçam as recordações das barracas, dos parques de diversões, do Candomblé Elétrico, do sistema de radiofusão conhecido como “A Voz do Amparo”, dos sambas de roda, das batucadas, das serestas e das levadas. A imagem da igreja iluminada pode ser contemplada a partir de diversos bairros da cidade ou pela ladeira adornada com bandeirolas e gambiarras de lâmpadas incandescentes, que cobrem toda a rua. As memórias evocam os sabores da maçã-do-amor, da pipoca, do algodão-doce, da cana-de-rolê, e o aroma inconfundível de batata frita e pururuca, além dos balões suspensos e das bolas de vinil, que imortalizam momentos em fotografias tiradas por meio de binóculos. Recordam também a tão esperada procissão, com bandeirolas enfeitadas nas ruas, confetes e toalhas brancas nas sacadas, acompanhadas de aplausos, lágrimas e olhares que traduzem o agradecimento por mais uma Festa do Amparo vivida. São inúmeras memórias que não se restringem às limitações deste texto. No entanto, uma certeza permanece no coração de cada valenciano, independentemente de onde esteja: a Festa do Amparo é a Festa do Povo Valenciano. Essa festividade é uma marca identitária que nunca poderá se apagar. Cada festa é única e se manifesta de acordo com seu contexto histórico. A Festa do Amparo é um patrimônio vivo; sua emoção pode adquirir novas nuances, mas jamais perderá sua essência. É dessa emoção que se origina o cerne da identidade do povo de Valença. A Festa do Amparo deve ser respeitada em todas as suas dimensões, sejam elas religiosas ou culturais. Contudo, somente quando ambas as dimensões se entrelaçam é que a Festa do Amparo realmente ganha sentido, reafirmando que, para os valencianos, ela representa amor, fé, festa e devoção.

  • Encerramento da festa Nossa Senhora do Amparo do ano de 2016 - Despedida da imagem da padroeira de Valença-BA | Memorial Amparo

    < VOLTAR Encerramento da festa Nossa Senhora do Amparo do ano de 2016 - Despedida da imagem da padroeira de Valença-BA Créditos: Carlos Henrique Passos

  • Homenagem a Nossa Senhora do Amparo durante a procissão da Festa do ano de 2017 | Memorial Amparo

    < VOLTAR Homenagem a Nossa Senhora do Amparo durante a procissão da Festa do ano de 2017

  • Festa de Nossa Senhora do Amparo: manifestação de cultura, história e religiosidade | Memorial Amparo

    < VOLTAR Festa de Nossa Senhora do Amparo: manifestação de cultura, história e religiosidade Autoria: Janete Pereira O período dos festejos da Nossa Senhora do Amparo em Valença- Bahia, vive-se dias de festas fé, cultura, história e eucaristia. Desde os idos de Valença a Nossa Senhora do Amparo representa a forte religiosidade de seu povo. As primeiras noticias sobre a aparição da Imagem e por sua vez da capelinha do amparo é por volta de 1670, conforme cita Manoel da Cunha Lopes de Vasconcelos no esboço Histórico de Valença, 1918, diz : com a pacificação dos gentios pelo paulista João Amaro, a região continental de Cayru retorna a paz e no outeiro sobranceiro, da primeira cachoeira do Una é organizado um capela e um aldeamento com a presença dos gentios catequizados e dirigida pelos padres capuchinhos italianos e continua:, provavelmente foi nesta data, 1670, que ergueu-se a capela principal do Amparo. Já :no ano de 1757 a capelinha tinha um desenho simples do que vemos na Imponente Igreja do Amparo atual. Segundo Silva apud Oliveira, 2008:24 a antiga capela possuía a caixa de nave, a capela mor e a sacristia esquerda. Tal citação nos revela que a imponência da Igreja do Amparo atual, só aconteceu anos depois com a intervenção de Bernardino de Sena Madureira, o Comendador Madureira, mandando construir as duas torres laterais e moldando os traços sacros da Igreja como replica da Igreja do Bonfim em Salvador Bahia. Em 21 de Janeiro de 1860, por ocasião da visita de, D. Pedro II a Valença, cita o Imperador: que, foi até a capela do Amparo e faz referencia a localização e o panorama que do alto se avistava. D. Pedro II, 1959:190.( Edição comemorativa do centenária do Diário de D. Pedro II ao Norte do Brasil) Por tais relatos apresentados podemos dizer que a Festa com suas varias nuances, representa tão bem a cultura, a história, a religiosidade e a identidade do povo valenciano, que tanto orgulha-se de ser protegido pelas Nossa Senhora o Amparo lá no seu Altar Imponente e Vigilante. FONTE: VOMARI, Janete P. S.. Festa de Nossa Senhora do Amparo: manifestação de cultura, história e religiosidade. Disponível em: : https://www.webartigos.com/artigos/festa-de-nossa-senhora-do-amparo-manifestacao-de-cultura-historia-e-religiosidade/78141#ixzz5Kfd5w7Un . Acesso em: 08 jul. 2018. Anexos

  • Visita da imagem original de Nossa Senhora do Amparo à Festa do Sagrado Coração de Jesus, Igreja Matriz de Valença-BA, 2016 | Memorial Amparo

    Visita da imagem original de Nossa Senhora do Amparo à Festa do Sagrado Coração de Jesus, Igreja Matriz de Valença-BA, 2016 Créditos Fotográficos: Paulo Vitor Souza da Luz - Todos Direitos Reservados ao Memorial Amparo

  • Poema "Diamante Azul" | Memorial Amparo

    < VOLTAR Poema "Diamante Azul" Autoria: Luzia Martins Bem no alto da colina Diamante azul reluz Concorre com o luar Quem emite maior luz Transparece algo divino Supõe-se, desponta dos céus! Cartão postal da cidade Memorial lapidado Azulados tons liláceos Efeito contagiante Arestas delineadas Paredes, teto irradiam Arte, cultura, fé Prenúncio da nossa história. Marco, registro, eficácia De homens desbravadores Pioneiros construtores Lançaram a pedra angular Surge rústica ermida Da Senhora do Amparo Casa da "Flor Maria", "Toda Pura", "Toda Bela" Joia rara incrustada Burilada com denodo Percebe-se nesse recinto Forte presença de Deus Plenitude, devoção, reverência emoção Transcendem-se em oração Com o passar dos anos Torna-se venerável Templo Sua fachada brilhante Pontilhada por estrelas Perpassa vegetação circundante Mais além reflete imagem No espelho d'água ondulante Miragem! Mãe Maria! Celestial harmonia Universo em sintonia. Autoria: Luzia Martins - Valença/BA, Novembro de 2015 Anexos

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