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  • Saudades dessa época da Festa do Amparo... | Memorial Amparo

    < VOLTAR Saudades dessa época da Festa do Amparo... Autoria: Bárbara Magalí Saudades dessa época da Festa do Amparo... Do parque, da maçã do amor, das bexigas com orelhas de bicho (nos tempos de criança); Das rodas de conversa depois das novenas, das cantorias ao som do violão, das piadas, dos shows no Mirante, do ensaio da banda Mich Five ao pé da ladeira, dos encontros e despedidas dos amigos de fora que iam prestigiar a festa (tempos de adolescente); Do Grupo do Amparo, de D. Moçazinha; Da contagem regressiva do meu irmão Carlos Henrique e sua satisfação por resgatar a Valsa de Nossa Senhora; Da transmissão na Rádio Clube; Da alegria da Vila Operária, das 4 esquinas, da Taboca, da 7 de setembro, da Praça da República; Da chuva de pétalas organizada pelas voluntárias de Maria; Das saudosas D. Helena Queiroz, D. Leonor Queiroz, D. Itála Grimaldi, Tia Roxinha, minha avó Emiliana e tantas outras pessoas; meu pai... Da energia do meu povo na procissão. Da fé? Não. Esta não sinto saudades, pois me acompanha até hoje. Só quem viveu e vive essa história sente e entende o que as palavras não podem expressar. Viva N. Sra. do Amparo! Viva Valença! Anexos

  • Encerramento da Festa do Amparo do ano de 2014 - Despedida da imagem Nossa Senhora do Amparo, padroeira de Valença-BA | Memorial Amparo

    < VOLTAR Encerramento da Festa do Amparo do ano de 2014 - Despedida da imagem Nossa Senhora do Amparo, padroeira de Valença-BA

  • Tapete na Rua Duque de Caxias (Rua da Taboca) para a procissão de Nossa Senhora do Amparo, festa de 2015, Valença-BA | Memorial Amparo

    Tapete na Rua Duque de Caxias (Rua da Taboca) para a procissão de Nossa Senhora do Amparo, festa de 2015, Valença-BA Washington Pelegrini / Via FACEBOOK - 2015

  • A História da Igreja do Amparo de Valença-BA | Memorial Amparo

    < VOLTAR A História da Igreja do Amparo de Valença-BA Autoria: Francisco Carlos De Aguiar Neto Resumo: Conta a historia da Igreja Nossa Senhora do Amparo, ressaltando os Indios Aymorés Tapuias da região. Fala-se muito na história da igreja do Amparo e da Festa do Amparo de Valença,mas para melhor entendermos temos que recorrer a alguns fatos e aspectos históricos da desarticulada e cheias de meandros história do Brasil. Nos domínios das terras que hoje chamamos de cidade de Valença, existiam duas nações indígenas que andavam sempre em pé de guerra, a Tupi e a nação Tapuia, onde os primeiros eram compostos dos índios Tupiniquins que eram mais dóceis e os Tupinambás que eram mais arredios e a outra nação chamada de Tapuia eram compostas dos índios Aymorés/Botocudos/Gueréns. Tais índios foram pacificados em 1750 pelos Padres Italianos comandados pelo Frei Bernardino de Milão , onde foi organizado uma capela na aldeia Una , atual região do Amparo, vivendo lá cerca de 450 índios Geréns. Em 1754 na região do povoado Una ,depois povoado do Amparo nasce a capela muito modesta de Nossa Senhora do Amparo, onde neste momento os índios Gueréns foram deslocados a uma légua para a aldeia de São Fidelis devido as quizilas com os moradores português no Amparo. Segudno Padre Joaquim Pereira da freguesia de Nossa Senhora do Rosário de Cairu, já possuía em 1557 , um capela, cinqüenta casas e 450 almas(Habitantes). É nesse cenário que surge a capela simples, formado de Caixa da Nave da igreja frontal, capela Mor e sacristia, sem a torres laterais sendo terminada somente no ano de 1780. Quando Valença é elevada a Vila Nova Valença do Sagrado Coração de Jesus em 1799, então seria elevado a Padroeiro de nossa terra O sagrado Coração de Jesus que seria o titulo da Igreja da Matriz, constuida em 1801, pelo fato da determinação da igreja que o Santo da Freguesia é que seria o padroeiro da Vila ou Cidade, contudo isto não aconteceu em Valença pela fé já enraizada no povo de Valença que continuou a considerar e adorar Nossa Senhora do Amparo como padroeira de Valença e depois dos Operários. Todavia em 1813 o padre Sebastião Santa Barbara diz que a capela de Nossa Senhora do Amparo “está decentemente ornada e com necessário para a decente celebração do santo oficio da missa”.Tal capela foi reformada pelo capitão Mor Bernardino de Sena e Madureira, proprietário da mansão que ainda hoje funciona a Câmara Municipal de Valença, que colocou relógio importado da Europa na torre esquerda que badalava de uma e uma hora, podendo ser ouvido por toda Valença. Sendo visitada a igreja pelo Imperador D.Pedro II que afirmou “muito bem situada, igrejinha reparada com pintura por Bernardino Madureira.Vê -se daí(da igreja) o Farol do Morro de São Paulo e a vila de Cairu bem longe” e fez ainda uma critica a igreja do Amparo afirmando:” A igrejinha é bonita assim não fosse o teto tão baixo, foi a primeira igreja da Vila de Valença e o vigário já se viu cercado pelo Gentio. Após a restauração feita pelo capitão Mor a Igreja de Nossa Senhora do Amparo de Valença ficou assim constituída (fonte IPAC): Planta retangular, com caixa e nave, capela Mor, duas sacristias e dois corredores laterais, telhado com duas águas,fachada mais larga que alta, dividia em três partes por pilastras coríntias, portanto Romanas, Corpo central coroado por frontão recortado e revestido por azulejos brancos e torres laterais uma de cada lado terminadas por cúpulas, em meia laranja, revestidas por azulejos azuis e brancos europeus. Tendo cinco portas superpostas frontalmente por igual numero de janelas que vazam a fachada.O interior é muito rico em detalhes, com cinco altares neoclássicos em talha branca e dourada.Possuindo diversas imagens como as de Nossa Senhora do Amparo, Santa Efigencia,São Joaquim,Nossa Senhora desatadora dos Nós, São Roque, Nossa Senhora da Conceição,Nossa Senhora da Boa Morte, alem de varias telas em óleo de autores desconhecidos como a do Batismo de Jesus,O anjo do Senhor que anuncia o Espirito Santo a Maria,pinturas dos apóstolos João, Mateus,marcos e Lucas simbolizando os quatro evangelios canônicos. Valença com tantos contos e histórias, essa é uma pequena parte de nossa grande historia no cenário Brasileiro. Biografia: Nascido na ilha da gamboa do morro, distrito da cidade historica de Cairu,graudou-se em Historia pela UNEB, é Graduando em Filosofia pela Faculdade Batista Brasileira-Salvador-BA;pós graduou-se em Psicopedagogia pela FACE,é Mestrando em Educação e Contemporaneidade UNEB; Mestrando em Teologia e Educação Comunitaria pelas Faculdades EsT-São Leopoldo-RS e Bacharelando em Direito pela FAINOR-Vit.Conquista. Professor Universitario e Funcionario Publico Estadual.Atualmente está como Diretor de PóLO DA FACE-Faculdade de Ciencias Educacionais em Jaguaquara-Ba,na Região Sudoeste da Bahia e é Diretor Geral do IESTE-Instituto de Educação Social e Tecnologico.Desenvolve projetos Sociais adotando o esporte como uma forma de Educação "Projeto Respeito Acima de Tudo"-aulas de artes marciais(Karatê) e filosofia Oriental.Teve suas poesias escolhidas no premio literário Valdeck Almeida e publicadada no livro Ontologias Poeticas que fora lançado na 20ª Bienal Internacional do Livro em São Paulo em Agosto de 2008 e publicou o livro "A história da Igreja de Nossa Senhora do Amparo de Valença.Tem poesias publicadas no Livro Ontologia Cidade em 2009.Em 2010 publicou o livro "Vivendo e Lembrando:História, filosofia e Poesias pela editora Ieste" e Escreve para a revista especializada em História com tiragem Nacional "Leituras da História".É membro permanente da AVELA-Academia Valenciana de Letras,Educação e Artes,ocupando a cadeira Imortal do Poeta Satírico Gregório de Matos. NETO, Francisco C. A.. A HISTÓRIA DA IGREJA DO AMPARO DE VALENÇA-BA. Disponível em: http://www.escrita.com.br/escrita/leitura.asp?Texto_ID=17859 . Acesso em: 08 jul. 2018. Anexos

  • Bahia : inquisição & sociedade | Memorial Amparo

    < VOLTAR Bahia : inquisição & sociedade Luiz Mott 2010/ Digital ACESSE A OBRA ABAIXO Bahia inquisição & sociedade .pdf Fazer download de PDF • 2.82MB

  • "Oh Senhora do Amparo, tua festa é emoção..." | Memorial Amparo

    < VOLTAR "Oh Senhora do Amparo, tua festa é emoção..." Autoria: Joselito Santos Cardim, 2013 “OH SENHORA DO AMPARO TUA FESTA É EMOÇÃO, PROTEGEI OS OPERÁRIOS, DANDO A FÉ DE BONS CRISTÃOS.” O baiano sabe fazer e muito bem uma festa, com flores e fogos de artifício, com bandeirolas e repique de sinos, com terços e ofícios, com bebidas e guloseimas, com a interação do sagrado com o profano. É muita emoção! São muitas boas lembranças de uma ladeira tomada visivelmente no sobe e desce de pessoas, de encontros de amigos nas tradicionais barracas da ladeira que silenciavam com muito respeito para a grande procissão passar, de gritos de felicidade e alegria das crianças do parque de diversões, de bolas gigantes e coloridas que eram vendidas, de numerosos camelôs que tomavam as ruas da cidade, enfim do ornamentado andor que era disputado para ser carregado pelos fiéis. Aos operários de ontem e de hoje da antiga CVI Companhia Valença Industrial nossa gratidão, pois foram eles/elas responsáveis pela devoção passada de geração em geração para que A Virgem do Amparo fosse mais amada, invocada e vosso santíssimo nome, bem como de Jesus, fossem propagados e exultados nesta terra hospitaleira. Anexos

  • A festa de Nossa Senhora do Amparo: uma festa da classe operária da Companhia Valença Industrial | Memorial Amparo

    < VOLTAR A festa de Nossa Senhora do Amparo: uma festa da classe operária da Companhia Valença Industrial Cristijose de Souza Araújo 1999/Digitalizado ACESSE A OBRA ABAIXO A festa de Nossa Senhora do Amparo uma festa da classe operária da Companhia Valença Indus .pdf Fazer download de PDF • 15.23MB

  • Chegada da procissão de Nossa Senhora do Amparo na Vila Operária, em Valença-BA. Festa do Amparo ano de 2014 | Memorial Amparo

    < VOLTAR Chegada da procissão de Nossa Senhora do Amparo na Vila Operária, em Valença-BA. Festa do Amparo ano de 2014 CRÉDITOS: Igor Bahia. Início da grandiosa procissão de Nossa Senhora do Amparo... obrigado minha Mãe por tudo... Disponível em: https://www.facebook.com/igor.limabahia/videos/665834910204511/ . Acesso em: 28/09/2023.

  • As emoções que nós Valenciano vivemos a cada 8 de novembro... | Memorial Amparo

    < VOLTAR As emoções que nós Valenciano vivemos a cada 8 de novembro... Autoria: Magnovaldo Santos As emoções que nós Valenciano vivemos a cada 8 de novembro, são impares, pois somente quem tem uma fé no Deus verdadeiro sabe decifrar, essa força maior que toma conta das ruas de nossa Valença logo nas primeiras horas da manhã, onde muitos fieis, de longe e de perto afirmam através de suas atitudes: Todos os caminhos não nos levam a Roma, mas sim à colina sagrada dos Valencianos, nos levam ao amparo da Virgem Maria que do alto daquela colina irradia Deus a todos que aqui habitam. chegando na colina, depois da alvorada, rezamos com a alma o Oficio de Nossa Senhora e podemos ver claro nos olhares dos que ali se fazem presente, a certeza de que a aproximação a Nossa Senhora nos torna mais próximo de Jesus, logo em seguida podemos saborear do Banquete da vida, a Missa que com certeza é o momento mais nobre na manhã deste dia onde podemos contemplar aquilo que o canto nos arremete: "Desamarrem as sandálias e descansem Este chão é terra santa, irmãos meus Venham, orem, comam, cantem Venham todos E renovem a esperança no Senhor," Todos os anos um dos momentos mais esperados desse dia é sem duvida a coroação da Imagem de Nossa Senhora do Amparo feito por crianças que na sua pureza, contextua o nosso desejo e o nosso amor para com aquela que tanto nos ama e através deste gesto nós também, demonstramos o nosso amor para com Ela. são tantas emoções que ninguém consegue perceber que isso é somente o começo. hehehe, quase que se emendando vem a outra missa e as homenagens continuam. Para que essa festa aconteça com o brilho que sempre aconteceu, temos a alegria dessa parceria entre a Organização da Festa e a Radio Clube de Valença que faz com que tantos e tantos valencianos que moram longe, possam esta em sintonia conosco. 15 horas a hora da Misericórdia. hora de iniciarmos o nosso cortejo com a imagem de Nossa Senhora pelas ruas tradicionais de nossa Valença, é muito lindo e renova nossa Fé na Igreja de Jesus Cristo, vendo tantas e tantas emoções expressadas nas bandeirolas, nos altares improvisados nas frente das casas e nas sacadas, nas ruas que são preparadas com enormes tapetes para que a Rainha dos valencianos possa passar. vimos enfermos, promessas sendo pagas, pessoas que não professam a fé católica, mas que todos os anos buscam prestar sua homenagem mesmo que de maneira discreta. RESUMO: Festa do Amparo como o próprio hino nos diz: "Tua festa é Emoção, Tua prece é a escada que nos leva ao céu amém!" que venha 2017 que venha os 260 Anos da Devoção a Nossa Senhora do Amparo.; VIVA VALENÇA. FONTE: https://www.facebook.com/share/p/1HL6onqpxS/ Acesso: 03 de jan, de 2025, às 17h. Anexos

  • As “terras do Una” | Memorial Amparo

    < VOLTAR As “terras do Una” Autoria: Jorge Amorim Ao atravessarmos a ponte que liga os municípios baianos de Jaguaripe e Valença, ou vice-versa, nossos olhos são magnetizados pela exuberância restante da mata Atlântica que é cortada pelo rio Jiquiriçá, o qual é responsável por guardar naquele trecho de águas uma pequena ilha fluvial. E quão bela é aquela ilhota! Ali perto, vê-se ao lado da rodovia BA-001 uma placa indicando a entrada para as “RUÍNAS DA IGREJA DE STº ANTÔNIO”, templo construído em 1720 juntamente com a freguesia de Santo Antônio dos Prazeres do Jiquiriçá. Deixemos sob interrogação ao caro leitor ou a cara leitora, por um momento, quanto a essa capela ao popular “santo casamenteiro”. Como foi edificado nos primeiros anos do século XVIII nas proximidades do rio Jiquiriçá, caminho de água para os exploradores europeus que por ali passavam abastecedor de engenhos e fazendas, aquele templo pode ter sido o embrião da religiosidade católica na região valenciana e o da veneração a Santo Antônio, antecedendo assim as homenagens a Nossa Senhora do Amparo, atual padroeira do município. Com suas paredes de adobe colossais, o pequeno templo deixa uma atmosfera de “mistério” histórico. Segundo o professor Edgard Oliveira no livro “Valença: dos primórdios à contemporaneidade”, sobre um monte que ficava à margem direita do rio Una foi construída a capela do Amparo pelo missionário frei Bernardino de Milão. Era o ano de 1750. Quarenta e nove anos depois, em 1799, devido “ao grande progresso e desenvolvimento econômico e populacional” do povoado de Una, nascido à sombra da cruz católica da igreja de Nossa Senhora do Amparo, o desembargador Baltazar da Silva Lisboa, da então comarca de Ilhéus, propôs ao governador da capitania da Bahia Fernando José de Portugal (1788-1801) a elevação daquele povoado à posição de vila. Em 10 de junho de 1799, as “terras do Una” passaram a ter autonomia do município de Cairú, sua terra-mãe, com a eleição de conselheiros locais – os vereadores de hoje –, a indicação de juízes, escrivães e um capitão-mor. E mais, aquelas “terras” adquiriram o nome de vila de Nova Valença. A homenagem desta denominação foi a Afonso Miguel de Portugal e Castro, governador da capitania da Bahia entre 1779 e 1783 que levava o título nobre de 4º marquês de Valença, cidade localizada ao norte de Portugal. Foi durante o governo do 4º marquês de Valença que a localidade das “terras do Una” obteve “estradas para o sertão”, “a cultura do arroz” e “a cultura do café”. Preitos à parte, em cinquenta anos a vila de Nova Valença subiu o degrau administrativo chegando à categoria de cidade com a denominação de Cidade Industrial de Valença em 10 de novembro de 1849, data até hoje comemorada como a da emancipação político-administrativa de Valença. É bom chamarmos a atenção da cara leitora ou do caro leitor para o termo “Cidade Industrial”, pois foi a partir do século XIX que Valença adquiriu positiva relevância na área da indústria têxtil. Para termos uma noção exata disto, o historiador Luís Henrique Dias Tavares diz em sua obra “História da Bahia” que a fábrica de tecidos Todos os Santos, propriedade do comendador e comerciante de escravos Antônio Pedroso de Albuquerque, localizada em Valença, estava entre as sete principais da Bahia. Entrando no século XX, a fábrica de tecidos Nossa Senhora do Amparo, pertencente à notória Companhia Valença Industrial (CVI), era a mais importante e única do interior baiano, de modo que outras oito fábricas têxteis concentravam-se em Salvador. O economista Rômulo Almeida (1914-1988), autor do clássico artigo intitulado “Traços da história econômica da Bahia no último século e meio”, chega a afirmar neste trabalho acadêmico que a fábrica têxtil de Valença ficou conhecida como a melhor, quiçá, “em todo o Império e talvez Sul América”. Portanto, observamos o quanto a industrialização deve ser incentivada em nossa atualidade, partindo de uma questão muito simples: Valença precisa revitalizá-la, sendo este uma das suas fortes inclinações, complementada com a sua forte tendência turística natural caracterizada por suas praias, resquício de mata Atlântica e história. Com estas homenagens, por nós aqui realizadas, a Valença que ainda possui um belíssimo casario secular de preciosidade arquitetônica às margens do rio Una e que presenteou – e presenteia – a Bahia, o Brasil e o mundo com personalidades excepcionais, merece ser presenteada com mais zelo à sua história por parte dos seus representantes políticos e da população. PARABÉNS VALENÇA POR SEUS 164 ANIVERSÁRIOS! *Jorge Amorim é professor da Faculdade de Ciências Educacionais (FACE, Valença), da Faculdade Eugênio Gomes (FAEG, Ipirá) e mestre em História Contemporânea pela Universidade de Lisboa, Portugal. FONTE: AMORIM Jorge. As “terras do Una”: homenagens e reflexões . Disponível em: http://pelegrini.org/politica/25560 . Acesso em: 29 Out. 2018. Anexos

  • Passagem da procissão de Nossa Senhora do Amparo na Praça da República (Jardim Novo) em Valença-BA, Festa do Amparo do ano de 2017 | Memorial Amparo

    < VOLTAR Passagem da procissão de Nossa Senhora do Amparo na Praça da República (Jardim Novo) em Valença-BA, Festa do Amparo do ano de 2017 CRÉDITOS: Washington Pelegrini. Procissão de Nossa Senhora do Amparo, ontem 08/11/2017, em Valença BA. Valença-Bahia. Disponível em: https://www.facebook.com/washington.pelegrini/videos/1744229005600902/. Acesso em: 15/09/2023.

  • COTIDIANO E TRABALHO DAS MARISQUEIRAS E CATADEIRAS DE VALENÇA - BA (1960-2000) | Memorial Amparo

    < VOLTAR COTIDIANO E TRABALHO DAS MARISQUEIRAS E CATADEIRAS DE VALENÇA - BA (1960-2000) MARIA DE FÁTIMA FERNANDES BRASÃO 2011/Digital ACESSE A OBRA ABAIXO COTIDIANO E TRABALHO DAS MARISQUEIRAS E CATADEIRAS .pdf Fazer download de PDF • 24.13MB

  • Filarmônica 24 de Outubro executando o hino de Nossa Senhora do Amparo na subida da Igreja do Amparo, Valença - BA. Ano:2021 | Memorial Amparo

    < VOLTAR Filarmônica 24 de Outubro executando o hino de Nossa Senhora do Amparo na subida da Igreja do Amparo, Valença - BA. Ano:2021 CRÉDITOS: Paróquia Sagrado Coração de Jesus - Valença - BA. Filarmônica 24 de Outubro de Valença - BA. Sempre animando os festejos de Nossa cidade! Gratidão pela presença de vocês nas Festividades do Sagrado Coração de Jesus. Valença-Bahia. Disponível em: https://fb.watch/n3JAbfScb9/. Acesso em: 15/09/2023.

  • Procissão de Nossa Senhora do Amparo / Passagem na rua Sete de Setembro / Festa da Padroeira de Valença/BA, 2022 | Memorial Amparo

    < VOLTAR Procissão de Nossa Senhora do Amparo / Passagem na rua Sete de Setembro / Festa da Padroeira de Valença/BA, 2022

  • Encerramento da Festa do Amparo do ano de 2017 - Despedida da imagem Nossa Senhora do Amparo, padroeira de Valença-BA | Memorial Amparo

    < VOLTAR Encerramento da Festa do Amparo do ano de 2017 - Despedida da imagem Nossa Senhora do Amparo, padroeira de Valença-BA CRÉDITOS: Carlos Henrique Passos. Despedida da Imagem de Nossa Senhora do Amparo dos Navegantes, e encerramento da Festa do ano de 2017. Viva os 260 anos de Fé do povo Valenciano. Disponível em: https://www.facebook.com/carloshenrique.passos.9/videos/1612460308809480/ Acesso em: 12/09/2023.

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